Reconhecido no Brasil, ensino médio no exterior ensina além da escola

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showcase_PUlcEFc-148425049566Os primeiros meses do ano são movimentados para jovens que querem estudar o ensino médio no exterior, adquirir fluência em um segundo idioma e vivenciar novas culturas.  O programa de intercâmbio conhecido como High School é indicado para esse público, pois garante que o período que o aluno estudar no exterior seja reconhecido no Brasil. “Em geral, alunos que fazem o ensino médio, ou parte dele no exterior, não têm dificuldades de comprovar a escolaridade. Quando retornam ao Brasil, devem apresentar histórico escolar emitido pela instituição estrangeira à secretaria da escola na qual era matriculado”, explica Larissa Di Battista, diretora do STB Ribeirão.

Geovana Molina tem 18 anos e retornou recentemente ao Brasil depois de passar seis meses em Sun Prairie, no estado de Wisconsin (EUA). Ela estudou o último semestre do ensino médio em uma escola americana e se hospedou em casa de família onde viviam pai, mãe e dois filhos. A rotina começava logo cedo: passava boa parte do dia na escola e, no final do dia, tinha uma pilha de tarefas escolares. “As oportunidades que eu tive lá me impressionaram. Tinha atividades para todos os gostos: banda de música, teatro, esportes, aula de economia, marketing. Sem contar os clubes de filmes, livros, culinária, economia, que aconteciam após o horário de aula”, diz Geovana.

PLANEJAMENTO

Para alunos que planejam iniciar o segundo semestre escolar em uma instituição estrangeira, a dica é começar a se planejar o quanto antes. “Orientamos que não deixem para última hora, pois existe um processo antes do embarque: analisamos o objetivo do estudante, fluência no idioma, desempenho acadêmico e perfil comportamental”, alerta Larissa. Com essas informações, a agência de intercâmbio sugere opções de países, tipo de escolas (pública ou privada) e de acomodações (família estrangeira ou internato), duração do intercâmbio e opção de currículo acadêmico para o estudante.

“Existem disciplinas obrigatórias e o aluno também pode aderir a outras disciplinas opcionais como, por exemplo, culinária, marcenaria, mecânica, entre outras”, explica a diretora do STB-Ribeirão. Após o diagnóstico do perfil do aluno, inicia-se a fase de matrícula na escola estrangeira e entrega de documentos como histórico escolar e recomendação dos professores brasileiros. O High School é indicado para adolescentes entre 14 e 18 anos, com nível intermediário de inglês – sendo necessária sua comprovação em um teste aplicado pela operadora – e pode durar um semestre, um ano ou mesmo todo o ensino médio.

APRENDIZADO

A vivência de uma cultura diferente e a distância dos pais desperta o senso de independência e de maturidade dos jovens. “Eles também criam amizades que levam para vida toda, sem contar a rede de contatos por todo mundo que eles constroem ao conviver com pessoas de várias nacionalidades”, diz Larissa. Ela também ressalta que esse tipo de experiência tem se tornado um diferencial no currículo dos recém-formados, pois muitas vagas exigem fluência em outra língua, principalmente, o inglês, que é o idioma oficial dos destinos mais procurados pelos estudantes de High School de Ribeirão Preto: Estados Unidos, Canadá e Austrália.

Além desses três países, existem outros 12 destinos para quem deseja fazer High School: Nova Zelândia, Inglaterra, Alemanha, Suíça, França, Irlanda, Áustria, Noruega, Dinamarca, Espanha, Suécia e Holanda. O programa custa a partir de 6943 dólares por semestre e inclui seguro saúde, acomodação, três refeições por dia (café da manhã, almoço e jantar), mensalidade e materiais escolares.

“Viver no exterior me tornou mais independente e tolerante. Aprendi a não ter medo de correr atrás das coisas”, diz Geovana. Insegura com o nível do seu inglês no início, hoje a jovem se avalia fluente no idioma. “No início, eu só respondia yes e sorria. Hoje me sinto muito segura”. Geovana também fez muitas amizades que cultiva até hoje, graças aos recursos tecnológicos. “Minhas melhores amigas eram da Itália, França e Bélgica. Falo com elas praticamente todos os dias, nem que seja só uma foto pelo Snapchat”.

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