Número de ciclos de Reprodução Humana Assistida aumenta cinco vezes na América Latina nos últimos dez anos

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Dra. Adriana de Góes, especialista em RHA, explica as técnicas e os procedimentos do ramo da medicina que realiza o sonho da gestação

exame-reprodução-humanaA Reprodução Humana Assistida (RHA) iniciou-se com o nascimento do primeiro bebê de proveta do mundo, em 1978, na Inglaterra. Esse, é o ramo da medicina que abrange diferentes técnicas para auxiliar a reprodução humana e tentar viabilizar a gestação em mulheres com dificuldades de engravidar, indiferentemente das causas desse impedimento. Os especialistas do setor buscam inovar cada vez mais em tratamentos clínicos diferenciados, uma vez que, segundo a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), em dez anos, o número de ciclos de RHA na América Latina aumentou quase cinco vezes, e passou de mais de 16 mil para mais de 75 mil.
Dentro desse contexto, a Prof. Dra. Adriana de Góes, reconhecida no assunto pela SBRA, além de obter reconhecimento pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia e ser membro da: Sociedade Americana de Reprodução Assistida, Sociedade Europeia de Reprodução Humana, Sociedade Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia e da Sociedade Americana de  Imunologia da Reprodução, busca ampliar os conhecimentos e aprimorar cada vez mais a tecnologia nos processos aplicados em suas pacientes.

“É um privilégio ajudar as pessoas a realizarem o sonho da gestação. O sonho delas também passa a ser meu e, para torná-lo realidade, não meço esforços. Eu me envolvo integralmente com minhas pacientes e procuro oferecer um atendimento totalmente personalizado, a fim  de proporcionar conforto, bem-estar, tranquilidade e afeto para essas futuras mamães”, diz Dra. Adriana. Sócia-proprietária da clínica de Reprodução Humana Adriana de Góes Soligo, referência em Reprodução Humana, fertilização in vitro e inseminação artificial, fundada em 2001 e situada na cidade de São Paulo, a médica afirma que independente da localização geográfica, ela atende pacientes de todo o Brasil e já teve até procura de pessoas no exterior.
“Temos a missão de atender as pacientes de forma ética, humana e pautada no conhecimento científico atualizado. Por isso, fora o acompanhamento das gestantes e as consultas rotineiras, trabalhamos com três procedimentos diferentes para a Reprodução Humana: o Congelamento de Óvulos, a Fertilização in vitro e a Inseminação Artificial. Tudo isso com o intuito de aplicar o melhor método, de acordo com cada necessidade e aceitação do corpo de cada mulher”, evidencia.

Congelamento de Óvulos

Congelamento-de-óvulos-quando-fazer-e-como-funciona_De acordo com a médica, o processo de congelamento é possível através da vitrificação dos óvulos, dividido em duas etapas.
A primeira, consiste em aumentar a capacidade do ovário em produzir óvulos, através de estímulo hormonal, com medicação administrada entre 10 e 12 dias. Quando a maioria dos folículos ovarianos atinge cerca de dois centímetros de diâmetro, outra medicação é aplicada para promover o amadurecimento dos óvulos. Já a segunda etapa, é a coleta dos óvulos maduros, sob anestesia, que acontece 35 horas após a segunda medicação. Para realizar o procedimento, é necessário a estimulação ovariana para produzir óvulos em maior quantidade e, após acompanhamento e monitoramento com ultrassonografia transvaginal, eles são coletados e congelados em laboratório por longo período, que serão descongelados quando a mulher decidir engravidar. A fertilização dos mesmos será aplicada com os espermatozoides do futuro pai.
Esta tecnologia é indicada para mulheres que optam por adiar a maternidade ou para aquelas que se submeterão a tratamentos como quimioterapia ou radioterapia na região pélvica.

Fertilização in vitro

Fertilização-in-vitroEssa técnica representa a fertilização no laboratório e a transferência de embriões para o útero. Segundo a Adriana, a denominação fertilização in vitro é pelo fato dos embriões serem formados fora do útero materno.
A primeira e a segunda etapa acontecem da mesma forma que o procedimento anterior, incluindo a coleta do sêmen e o contato destes com os óvulos. A fecundação e a formação do embrião ocorre na terceira etapa e pode ser realizada de duas formas: com o espermatozoide injetado dentro do óvulo ou colocado em contato com o óvulo para que penetre na membrana e entre no óvulo.
No quarto momento, após 24 horas do processo anterior, a especialista irá avaliar criteriosamente o desenvolvimento embrionário. E após a formação dos mesmos, cerca de três a cinco dias depois, ocorre a transferência deles para o útero materno, com auxílio de ultrassom.

Inseminação Artificial

Inseminao-artificial-1024x768É um processo que estimula o ovário a produzir óvulos a partir da indução da ovulação, através de hormônios. “O acompanhamento é feito com exames específicos e, de acordo com a resposta ovariana, a transferência dos espermatozoides é programada quando se verifica a aproximação de ovulação pelo exame da ultrassonografia. Eles são colocados no útero com um cateter”, ressalta. Para a médica, este último método é indicado para mulheres com trompas uterinas desobstruídas e homens sem ou com alterações leves na qualidade espermática.
“Independente do procedimento, essas técnicas são realizadas por ciclo, ou seja, o período menstrual da mulher. A faixa etária ideal para realizar algum método de Reprodução Humana Assistida são pessoas com até 35 anos, pois a chance de ter sucesso é até 40%. Após os 40, a probabilidade reduz 5%”, conclui.

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